segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O amor com objetos do cotidiano


Para a mente criativa, os assuntos mais prosaicos ganham roupagens inusitadas. Quando a mente se abre ao diferente, ao novo, tudo pode ser matéria para o criar! Experimente: Torne o exótico, familiar e o familiar em exótico. Você vai ver "os universos paralelos".


Muito interessante esta série do fotógrafo Terry Border sobre o Amor.













Fonte: BBC.

Árvores de Natal Nerds

Interessantes essas Árvores de Natal Nerds. Algumas, bem criativas!



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011 em...

Breve retrospectiva 2011 em... LEGO!!!





Livro 'Imagine Design Create' da Autodesk

A Autodesk disponibilizou para download, o livro: 'Imagine Design Create'. Trata-se de uma obra dedicada ao Design e à forma como designers, arquitetos e engenheiros estão mudando o mundo. O livro tem 168 páginas e foi escrito por Tom Wujec. Só dê um desconto à parte comercial. Vale muito a pena!



Mais info e download PDF, clique aqui.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Inusitado!

O olho treinado consegue antever o inusitado e produzir interpretantes criativos!


Muito bom.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mapping 3D - Planeta Humano no MASP.

O canal de TV a cabo, Discovery Channel, com o intuito de marcar o lançamento do seu novo programa, o Planeta Humano, promoveu uma intervenção urbana em plena Av. Paulista. O prédio escolhido foi o belíssimo MASP, obra genial de Lina Bo Bardi. Vejam que show.




Gostaria muito de ter estado lá para conferir esta maravilha.


Complexo Multiuso para Brasília

Video que ilustra o belo projeto dos arquitetos arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz: o complexo multiuso para Brasília. A construção integra espaços para lojas e restaurantes, escritórios, e uma bela área verde na cobertura! Destaque para a disposição das torres que permite a entrada de intensa ventilação e iluminação naturais por todo o complexo. A área de passeio que se abre no térreo devido a elevação das torres por pilares, o brises da fachada que filtram a entrada de luz nos edifícios e os espelhos d'água conferem especial elegância.



terça-feira, 29 de novembro de 2011

Beleza na embalagem é VALOR, não futilidade!

Penso ser interessante conhecer o real valor e importância da Embalagem. Assim, tomei a liberdade de reproduzir um texto do Prof. Fábio Mestriner. Vale a pena uma leitura atenta.



Por Fabio Mestriner*

Por incrível que possa parecer, ainda existem pessoas que acreditam que a beleza estética é algo que pertence ao universo da vaidade e das coisas fúteis, não representando em si um valor autêntico, mas uma coisa que é, sob muitos aspectos, negativa em sua essência. Não haveria problema algum neste tipo de visão se ela não fosse compartilhada e aceita por profissionais responsáveis por conduzir seus produtos num mercado onde a beleza desempenha um papel preponderante.

Profissionais e especialistas não podem ter visão semelhante a de leigos que são facilmente levados pelo senso comum e pelo moralismo virtuoso que nega o valor da beleza por considerá-la algo distante dos verdadeiros valores morais da sociedade. Ao contrário do que acreditam estes leigos, uma pesquisa do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE revelou que a beleza estética do design é o principal fator de atração e convencimento que ela dispõe para conquistar o consumidor.

Esta pesquisa e os estudos realizados pelo Comitê foram publicados num documento intitulado: “Diretrizes Estratégicas para a Indústria de Embalagem” cujo objetivo é orientar os associados da entidade a proceder de forma condizente com a importância que cada aspecto tem para o desempenho de seu negócio.

O Foco deste estudo era entender como é composto o valor da embalagem, como ele se manifesta e como é percebido pelos vários elos da cadeia. A conclusão deste estudo indicou que o valor da embalagem “É aquilo que o consumidor percebe e aceita pagar por ele”. Concluiu também que o consumidor não separa a embalagem de seu conteúdo e que, para ele, os dois constituem uma única entidade, indivisível. A beleza estética é um componente fundamental desta entidade e dela não pode ser excluída.

A embalagem interage com o consumidor no ponto-de-venda em confronto direto com suas concorrentes. Nesta situação, a embalagem precisa atrair o consumidor, conquistar sua atenção, despertar seu desejo de compra e conquistar sua preferência, em poucos segundos de tempo e não pode de forma alguma ser feia ou inexpressiva para conseguir isso.

O feio vende-se mal, conforme descobriu em seus primórdios a revolução industrial, que viu a abundância de produtos introduzir a competição de mercado. Neste cenário, novo até então, pois antes da indústria os produtos eram feitos a mão em número muito reduzido, a beleza surgiu como o fator capaz de encantar o consumidor tornando os produtos mais desejáveis.

A partir desta constatação, os produtos mais bonitos e atraentes dominaram o mercado impondo sua estética aos seguidores que aderiram a nova linguagem ajudando assim a consolidar o modelo que temos hoje. Quando falamos da beleza das embalagens, estamos na verdade falando de forma, cor e imagem.

A beleza, portanto, é um componente fundamental no desempenho competitivo, um valor que o consumidor reconhece e que faz com que ele aceite pagar mais por um produto que incorpora estas características. Quem é profissional responsável por embalagens em uma empresa deve visitar constantemente o ponto-de-venda e verificar como estão posicionados seus produtos frente à concorrência. É preciso dirigir a si mesmo de frente para as gôndolas, a seguinte pergunta: “As embalagens dos meus produtos são inferiores as embalagens dos meus concorrentes?”.

Se ao responder de forma sincera esta pergunta a resposta for positiva, você está diante de um problema / oportunidade. Problema, se esta situação permanecer, pois como o consumidor não separa a embalagem do seu conteúdo, para ele se a embalagem é inferior, o produto também é. Neste caso, sua única alternativa é vender mais barato. Oportunidade, se ao constatar esta situação você decidir agir para tornar suas embalagens mais bonitas e atraentes que as da concorrência.

Afinal, como vimos, a beleza é um valor que o consumidor reconhece e as empresas conscientes disso podem fazer com que ela trabalhe a favor de seus produtos. Como diria Vinícios de Moraes, as embalagens feias que nos desculpem, mas beleza é fundamental.

* Fabio Mestriner é Professor e dos livros: Design de Embalagem – Curso Básico e Avançado e Gestão Estratégica de Embalagem.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sou Criativo?

Escrito por Roberto Recinella, o artigo "Eu sou criativo?", publicano no Blog de Administração, visa mostrar a importância da criatividade. O artigo é longo, mas muito interessante.




Eu sou criativo?

Entenda como a criatividade é importante para o mundo, as empresas e sua carreira.

Uma das maiores autoridades no mundo em Pesquisa da Criatividade, o consultor maltês Edward de Bono, diz que “novos softwares são lançados todos os dias no mercado. Entretanto, utilizamos, para a nossa mente, o mesmo de 2400 anos atrás”. Ele está se referindo especificamente ao modo de raciocínio que herdamos dos gregos (Aristóteles, Sócrates, Platão). As pessoas e organizações falam muito sobre criatividade e inovação, mas fazem pouco.

Isto pode ser comprovado por uma pesquisa, apresentada pelo jornalista e consultor de criatividade Brian Clegg, realizada entre grandes empresas multinacionais nos anos 90, na qual constatou que 80% delas sabiam que a inovação era fundamental para alcançar ou sustentar uma vantagem competitiva em um mercado em acelerada transformação, mas que somente 4% dessas empresas achavam que o aspecto estava sendo bem trabalhado por elas.

Segundo Gary Hamel, um dos maiores nomes da administração moderna: “Você não consegue criar mais lucro sem criar novas receitas. Se quiser gerar riqueza, a empresa tem de inovar

Na área de informática, por exemplo, é lançado um software novo no mercado mundial a cada oito minutos.
Por outro lado, em 2001, as empresas brasileiras obtiveram a concessão de 125 patentes no Escritório de Patentes e Marcas dos EUA. Nesse mesmo período, a Coréia do Sul obteve 3.763 registros e Taiwan 6.545.

Richard Foster e Sarah Kaplan, no livro “Destruição Criativa – Por que empresas feitas para durar não são bem-sucedidas”, mostra um dado contundente. O tempo médio de permanência das empresas na lista das 500 maiores dos EUA está caindo de 65 para 10 anos. Sendo que a previsão para 2020 é a de que 75% das maiores empresas serão formados por organizações que não conhecemos hoje.

A teoria da “destruição criativa” foi desenvolvida por Joseph Alois Schumpeter (1883-1950), um dos maiores economistas do século20. Ateoria sustenta que o sistema capitalista progride por revolucionar constantemente sua estrutura econômica: novas firmas, novas tecnologias e novos produtos substituem constantemente os antigos. Como a inovação acontece aos trancos e barrancos, a economia capitalista está, de forma natural e saudável, sujeita a ciclos de crescimento e implosão.

Agora sabemos que criatividade e inovação são fatores importantes no caminho rumo ao sucesso pessoal e organizacional no século XXI. Como as empresas são compostas essencialmente por pessoas, temos que nos concentrar no desenvolvimento humano. Pois não existem empresas criativas sem pessoas criativas. Criatividade é um fator ligado a pessoas.

O principal obstáculo à criatividade e inovação dentro das empresas reside no fato de cada idéia nova ter de passar por diversos gerentes da organização. Eles podem não querer nada inovador, pois isso significa risco e perturbação. A solução seria que a inovação “cortasse caminho” de alguma forma, sem ter de passar por todos esses níveis hierárquicos, diminuindo assim os boicotes internos. A maioria das vezes as grandes idéias não chegam ao conhecimento das pessoas que realmente detêm o poder de mudança.

Mas eu sou criativo?

Centenas de milhares de pessoas se perguntam isso diariamente. A resposta: todo mundo é criativo.

Desde o tempo das cavernas o homem usa a sua criatividade para sobreviver, desenvolvendo, aos poucos, soluções práticas para os problemas da vida. Criando instrumentos e ferramentas a partir de pedaços de ossos e pedras para se defender e caçar.

O maior obstáculo para a criatividade é acharmos que não somos criativos

Testes de criatividade realizados pelo Dr. Calvin Taylor, da Utah University, apresentados no livro “Ponto de Ruptura e Transformação” do Dr. George Land, indicam uma realidade impressionante. Oito tipos de testes aplicados num universo de aproximadamente 1.600 indivíduos avaliados em diferentes fases de vida evidenciaram o seguinte: 98% de um grupo de crianças, cuja idade se situava entre três e cinco anos, apresentaram desempenho de criatividade correspondente à genialidade; 32% das crianças entre oito e dez anos possuíam grau de gênio; apenas 10% entre treze e quinze anos ainda permaneciam “gênios”; e, finalmente, restou apenas 2% dos jovens adultos acima de vinte e cinco anos com essas habilidades ativadas. De alguma estranha forma, parece que as crianças aprendem a não ser criativas.

Escolas anti-criativas

A explicação para esse fenômeno está na escola. Na realidade, nós começamos a desaprender a utilizar a criatividade ao entrar na escola, porque o sistema educacional vigente prioriza muito mais a memorização do que o saber pensar. Além disso, as escolas preconizam que tenhamos apenas uma resposta certa para cada problema ou situação.

Não há estímulos para discussão, o professor se comporta como um repetidor dos fatos não como um mediador do conhecimento. Esta pequena história infantil demonstra exatamente o que ocorre dentro das salas de aula atualmente:

Era uma vez uma galinha branca que punha ovos verdes…

Ovos verdes? – reclama a professora, indignada, interrompendo a leitura da redação, enquanto a turma se agita em risinhos e troca de segredinhos maliciosos.

Ovos verdes, sim, senhora professora – responde a aluna. – A galinha é minha e põe ovos da cor que eu quiser.

Menina está a brincando comigo? Já viu alguma galinha pôr ovos verdes? Sente-se imediatamente e refaça a redação.

Desolada a menina volta ao seu lugar, de cabeça erguida. Apenas sentou e pensou em seu desafio.

Durante o recreio ficou na aula, de castigo. Mas não fez outra redação.

Logo após o intervalo, a professora novamente a chamou para que lesse em voz alta a segunda versão, da redação.

E assim ela começa: Era uma vez uma galinha branca que punha ovos brancos, só porque não a deixavam pôr ovos verdes…”

É devido a situações como esta, que passamos a bloquear a criatividade.

“Quando as crianças vão para a escola, são pontos de interrogação; quando saem, são frases feitas”, observou o sociólogo e educador Neil Postman.

A essência da criatividade está na habilidade de fazer permanentemente perguntas sobre o mundo e de procurar novas combinações das coisas que já existem.

Uma criança faz, em média, 65 perguntas por dia; um adulto faz seis.

Hoje em dia, encontra-se na sociedade aquilo que poderia ser denominado de “cultura de conformidade”, onde profissionais, estudantes e demais indivíduos são desencorajados a apresentarem soluções criativas. Todos buscam soluções padrão para tudo, nos tornando apenas repetidores de processos já testados e aprovados.

Você sabia que o custo para construir um computador com características semelhantes às do seu cérebro seria em torno de três bilhões de dólares?

Não pense você que os grandes pensadores já nasceram tendo boas idéias. Assim como uma criança não nasce falando, mas com o tempo vai desenvolvendo a fala, da mesma forma também devemos desenvolver a nossa criatividade.

Segundo Catherine Patrick, em seu livro “O que é pensamento criativo”, o ato criativo é constituído de quatro etapas que são, na maioria das vezes, imperceptíveis às pessoas.

A primeira etapa é a preparação, onde se procura interagir com determinado problema, juntando a maior quantidade possível de informações, lendo, escrevendo, discutindo, consultando, enfim, aprofundando o seu conhecimento sobre determinado assunto.

A segunda etapa é a incubação, onde o problema passa a ser uma questão inconsciente, sujeito ao trabalho de associações e conexões impensadas, constituindo a essência da criação. Daniel Goleman em seu livro “Espírito criativo” diz que “ficamos mais receptivos a sugestões da mente inconsciente nos momentos de devaneio, quando não estamos pensando em nadaem particular. Por isso, o sonhar acordado é tão útil na busca da criatividade”.

A terceira etapa é a iluminação, que traz ao consciente uma solução originada das inúmeras associações de idéias geradas no subconsciente.

E, finalmente, a quarta etapa é a verificação, onde se julga se a idéia ou solução gerada é aplicável.

O estudo realizado por Margarita de Sánchez, uma das mestras em pensamento lógico-criativo aponta uma série de bloqueadores à criatividade.

Margarita afirma que o desenvolvimento da criatividade se vê muitas vezes afetado pela presença de barreiras ou bloqueios formados por modelos mentais. Tais elementos limitadores impedem a geração livre de idéias e o uso adequado das informações disponíveis.

A forma de percepção faz com que a visão da realidade seja parcial.

Estes bloqueios são criados por nós mesmos: temores, percepções, preconceitos, experiências, emoções, etc. Outros são criados pelo ambiente: tradição, sociedade, regras, falta de apoio, conformismo, entre outros.

Outra forma de entender os chamados bloqueios mentais ou emocionais é percebê-los como construções criativas de nossa própria mente inconsciente para lidar com os regulares problemas causados pela expressão descontrolada de nossos impulsos criativos.

John Stuart Mill, filósofo e economista inglês, além de um dos pensadores liberais mais influentes do século XIX, diz que “Nenhum grande avanço no destino da humanidade é possível sem que haja uma grande e fundamental mudança nos seus modos de pensar”.

Quer mudar o seu modo de pensar? Comece enfrentando a realidade: qual foi a última vez que você participou de um evento que criou algo novo? Qual a última vez que você estimulou a criatividade dos outros? Você se desafia frequentemente a olhar para a mesma coisa como todos olham e enxergar algo diferente?

Pois a verdadeira dificuldade não está em aceitar idéias novas, mas em escapar das idéias antigas diria, John M. Keynes, um dos mais influentes economistas do século XX, criador da Macroeconomia.

domingo, 20 de novembro de 2011

Pig Buddies.

O gosto é duvidoso, mas não posso negar que são engraçados e divertidos. Trata-se de um conjunto de gadgets: PIG BUDDIES.
A mamãe porco é, na verdade, um hub USB com 3 portas e os porquinhos são pendrives com conectores retráteis. Infelizmente não estão a venda, pois trata-se apenas de um conceito. A criação é assinada pelo estúdio WePlayGod.




Exposição "Outras Formas".

Para quem deseja ampliar seu repertório, recomendo esta interessante exposição de arte contemporânea, intitulada "Outras Formas".
Com curadoria de Tuca Nissei e Simone Landal, a exposição "Outras Formas" está sediada no Centro Cultural FIEP (Av. Cândido de Abreu, 200 - Centro Cívico - Curitiba/PR), aberto de quarta a domingo, das 10:00 as 19:00hs.


Para saber mais, clique aqui.

Para que estudar tanto?

Fábio Zugman pondera e responde a questão título deste post. A matéria foi publicada no Blog de Administração. Coloco aqui o artigo na íntegra.


Diante do discurso de que formação continuada é indispensável para a carreira (o que realmente é), muitos profissionais acabam se dedicando a inúmeros cursos sem avaliar a importância de cada um na prática, avalia professor.

Em todas as áreas, há cada vez mais opções de cursos, livros, palestras e atividades voltadas para o enriquecimento do currículo. Começando pela graduação, a vida profissional prossegue para a pós-graduação, cursos de línguas, extensão, atualização e, nos cada vez mais comuns, mestrado e doutorado.

Segundo Fábio Zugman, autor de livros como Criatividade sem Segredos e Empreendedores Esquecidos, se por um lado a especialização proporciona boas oportunidades, por outro lado é preciso tomar muito cuidado. “Na prática, vemos muitos profissionais se especializando continuamente, sem pensar criticamente no valor real que essas atividades agregam em sua prática profissional”, afirma. Segundo o autor, é comum encontrarmos profissionais em “piloto automático”, circulando continuamente por cursos e seminários na esperança de se tornarem profissionais de sucesso.

O problema, segundo Zugman, é que não é só o foco nas habilidades técnicas que forma um bom profissional. “O profissional que está sempre se perguntando o que o mercado quer e se atualizando pode até possuir uma dianteira perante seus concorrentes acomodados, mas ainda assim, se tudo que a pessoa faz é pensando no que o mercado exige, o tiro pode sair pela culatra”, destaca.
O primeiro motivo é que nem sempre toda especialização leva a uma melhor remuneração. “Alguém que faz um curso pensando em uma remuneração ou melhora de situação imediata pode estar se iludindo”, diz Fábio Zugman.

O Segundo motivo é que o profissional que só foca no que o mundo espera dele pode acabar se perdendo no processo. “O mundo hoje oferece muitas opções. Um profissional motivado apenas pelo mundo exterior pode sentir que está sempre ficando para trás, já que nunca conseguirá acompanhar todas as novidades e opções de aprendizado”, destaca.

Em terceiro lugar, muitos profissionais exageram no foco em relação às habilidades específicas, e acabam se tornando bitolados. “É sempre bom variar. Você pode se atualizar em sua área, mas que tal estudar um pouco de filosofia, conhecer pessoas diferentes e adquirir uma habilidade nova, não relacionada com a sua profissão?”, questiona o autor.

Por ultimo, é bom lembrar que é preciso haver um equilíbrio. O foco excessivo na carreira costuma cobrar seu preço em outras áreas da vida. De nada adianta buscar o sucesso se o preço disso for uma saúde debilitada e perdas na vida pessoal. “Todo profissional lida com pessoas. É preciso lembrar que por mais exigente que você seja, você também é humano. Muitos acham que é preciso abrir mão da vida pessoal para chegar ao sucesso, mas isso é um erro. A maioria das pessoas procura bons profissionais, que entendam seus medos e problemas. Um profissional com uma vida pessoal equilibrada estará mais bem preparado para lidar com o público do que alguém que deixou isso de lado durante o processo”, completa Fábio Zugman.


Vale refletir sobre.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dia 10 de novembro no Grande Auditório do Unicuritiba, Alysson Oikawa apresentará o evento 'Marketing de Emboscada: oportunidade ou risco'.

Mas o que o direito, a comunicação e o marketing tem a ver com isso? Você irá saber. Marque na sua agenda.

Um evento diferente, um tema extremamente relevante e atual. Uma jogada do curso de Publicidade e Propaganda do Unicuritiba numa sensacional tabelinha com o curso de Direito e o DCE.

Evento aberto à comunidade.


video

Dominar a arte do “não dito” pode ser fundamental.

Às vezes, nem com um milhão de palavras conseguimos transmitir fielmente uma mensagem. Em outros casos, no entanto, um simples piscar de olhos pode ser suficiente para denunciar muita coisa. Por isso, dominar a arte do “não dito” é fundamental.

Dominar o que o nosso corpo diz não é uma tarefa fácil. Mas quem consegue, sem dúvidas, sai na frente, pois ele comunica bem mais do que podemos imaginar. E comunicar é persuadir. Há até quem discorde, mas dificilmente encontraremos quem prove o contrário. Por mais que não tenhamos intenção, a persuasão está sempre presente na nossa fala, no nosso olhar e também nos nossos gestos, pois veicular uma mensagem pressupõe, normalmente, a existência de um interlocutor. E se dizemos algo a alguém, queremos atenção. Se queremos atenção, trabalhamos para consegui-la. E, conseguindo-a, temos tudo para alcançar o que queremos.

No livro “A arte da persuasão”, a autora norte-americana Tonya Reiman – que já escreveu um artigo sobre o assunto na revista Administradores nº 0 – destaca que “a linguagem corporal é a essência de quem demonstramos ser”. Levar isso em conta é fundamental para entender o que dizem os sinais do nosso corpo e, principalmente, para não fazermos julgamentos apressados e assim cairmos em equívocos grosseiros. Com isso em mente, decifremos os códigos!


É verdade: às vezes, um gesto vale mais que mil palavras

Pesquisas apontam que somente cerca de 10% da nossa comunicação, em algumas situações, é verbal. Na entrevista de emprego, por exemplo, quando o recrutador pergunta por que você está deixando o emprego atual para tentar uma vaga na nova empresa e você fica sem graça de falar que é por causa do salário maior, os cinco segundos de silêncio em que você pensa no que responder dizem mais sobre sua resposta do que as palavras proferidas em seguida.

O poder do “sim” não-verbal

Conquistar impressões positivas para as nossas atitudes deve ser sempre o principal objetivo das nossas comunicações (exceto naqueles casos em que você quer terminar o namoro, não sabe como e prefere dar um jeito para que a outra pessoa termine!). E não só a fala, mas também os gestos e expressões fazem parte do jogo. Então, saiba: do olhar a um simples aperto de mão, tudo é fundamental na hora de conseguir um “sim”.

A primeira impressão é a que fica

A decisão do nosso interlocutor pelo “sim” ou pelo “não”, entretanto, pode ser tomada antes mesmo de decidirmos o que queremos realmente transmitir. Por isso, estar seguro do que quer dizer é sempre importante.

Sim, a fala também é importante

Evidentemente, a comunicação verbal também desfruta de um poder gigantesco e saber utilizá-la da melhor maneira faz toda a diferença. E utilizá-la bem significa dominar a articulação da fala com os demais elementos que, juntos, constroem a mensagem. Por exemplo: o tom da voz, o movimento das mãos, a postura do tronco, o olhar.

Silêncio total

O casamento vai mal, o trânsito é estressante e você não tem muita paciência para a conversa do colega ao lado. Tudo bem. Mas trabalho é trabalho. Por isso, cuidado pra não sair descarregando seus problemas em quem não tem nada a ver com eles. Pode ser uma tarefa difícil, mas a neutralidade nessa hora é a melhor opção.


Fonte: "Redação administradores.com.br"

domingo, 30 de outubro de 2011

Você sabe o que é Inteligência Emocional?

Se você não sabe o que é Inteligência Emocional, saiba que, nas empresas, as admissões acontecem pelo QI e 80% das demissões pelo QE.

Ficou interessado? Clique aqui e leia um artigo interessante.

Se interessou pelo tema e quer conhecer mais? Então leia o livro de GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional.

Dicas para uma boa Entrevista de Emprego.

Se você está procurando ou pensando em mudar de emprego, examine as dicas de Rômulo Martins para evitar gestos que revelam nervosismo e ansiedade na entrevista de emprego. O preparo e o controle emocional são fundamentais para alcançar êxito e transmitir tranquilidade ao entrevistador nesta fase do processo de seleção.

Clique aqui para ler a matéria integral.




sábado, 8 de outubro de 2011

O curso diferente estará ainda mais inovador em 2012

Ao completar 13 anos, o curso de Publicidade e Propaganda do Unicuritiba está passando por uma revolução. Em sua estrutura, três novas ênfases que compõe o curso. Assim, o curso passa a ser o primeiro no sul do Brasil a oferecer esse formato com especializações, de acordo com a vocação e interesse dos alunos, já no transcorrer do curso.

O curso diferente estará ainda mais inovador em 2012.



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Idéias e Melancias!

Gostei do texto do prof. Marcos Hashimoto* e resolvi replicá-lo aqui:

Há dois meses resolvi cuidar do meu jardim. Quando limpava o mato, percebi uma planta diferente. Tinha uma folhagem com desenho irregular e cor meio verde-acinzentada. Não me pergunte porque, mas eu decidi não arrancá-la. Talvez mera curiosidade, talvez uma expectativa por uma surpresa... Não, acho que foi preguiça mesmo...

O fato é que, dois meses depois, a plantinha cresceu e mostrou a que veio ao mundo. Com ramos rasteiros de mais de 1 metro de comprimento, percebe-se facilmente que se trata de um pé de melancia! Pode-se notar, ainda que muito pequena, com um mero centímetro de diâmetro, que possui o formato, cor e desenho de uma melancia. Com certeza, uma das sementes que as crianças jogaram no jardim. Continuarei a observá-la, e até cuidar dela, mas, sabendo agora do que se trata, não tenho a menor expectativa que a fruta cresça até sua plenitude, sobretudo considerando o ainda insipiente tamanho da planta. Mas isso me trouxe um motivo de reflexão.

Quantas idéias surgem na nossa mente e que arrancamos sem dar-lhes a chance de maturar e mostrar o que podem se tornar? Quantas coisas passam pela nossa cabeça que ignoramos e logo esquecemos limitados pela nossa noção de absurdo, impossível, inadequado, sem importância, ‘fora do padrão', e são descartadas como ervas daninhas? Roger Von Oech, autor do livro ‘Um Toc na cuca', chama estas atitudes de ‘bloqueios mentais', ou seja, todas as barreiras que, às vezes, nós mesmos impomos às nossas idéias.

Tenha em conta também, que uma idéia pode parecer óbvia e fácil depois que a conhecemos. Pode parecer fácil plantar melancias, mas com certeza, aquela semente que vingou foi apenas uma das dezenas que foram jogadas pelas crianças no almoço. Muitas vezes, para se chegar a uma boa idéia, é preciso ter muitas para poder escolher. Muitas idéias fracassam até que uma se torne um sucesso. Uma das regras da criatividade é que quantidade representa qualidade: ‘A melhor maneira de ter grandes idéias é ter muitas idéias e jogar fora as ruins'.

Voltando para meu jardim, durante estes mesmos dois meses, tentei salvar um pequeno arbusto que eu havia plantado para fechar a composição de uma parte do jardim. Por mais que protegesse do sol intenso, regasse com precisão diária, mantivesse-a adubada e podada, ao final ela não sobreviveu e secou. Por quê? Por que a despeito de todo o carinho, atenção e cuidados, ela se recusou a se adaptar à sua nova moradia? Por que ela não deu certo se estava cercada de todas as condições para crescer e se desenvolver?

A verdade é que às vezes, a planta pode ser linda, cara e até forte e resistente. Mas se não for plantada no local e momento certos, de nada adiantam seus esforços para desenvolvê-la, simplesmente não era para ser. Na contrapartida, uma simples semente, encontrando as condições necessárias para brotar e se tornar uma planta, encontrará seu caminho sozinha, sem nenhuma ajuda. Mais uma vez, assim são as idéias. Às vezes nos esquecemos que uma idéia só é mesmo boa quando ela encontra aberta uma janela de oportunidade. Se a oportunidade não se apresentar, a idéia pode não ser tão boa assim. Da mesma forma que várias invenções falharam no passado por não terem encontrado o ambiente propício, muitas de hoje não vão se desenvolver por não estarem no momento e local apropriado. O pior é que muitas vezes, você se concentra tanto em uma única idéia que não percebe as coisas acontecendo ao seu redor, não percebe outras oportunidades surgindo, não consegue ver as outras perspectivas que esta mesma idéia pode trazer para ser melhor aproveitada.

Cuidado também com a empolgação. Uma idéia pode ter se mostrado muito boa, mas não era o que você procurava. Para quem quer um jardim ornamental, o que fazer com um pé de melancia? Se ela não orna com o resto, se ela não se adequa ao contexto, não tenha dó de descartá-la. Na melhor das hipóteses, poderia simplesmente transplantá-la para um local mais apropriado. De nada adianta ter uma idéia para diminuir roubos a medicamentos se você trabalha no mercado editorial.

Por fim, levei dois meses para descobri que eu tinha um pé de melancia no meu jardim. Talvez sejam necessários alguns meses para ter uma melancia de fato. A boa idéia tem que estar associada com o tempo também. Evoluir uma idéia que está quinze minutos à nossa frente é diferente de uma idéia que esteja a anos-luz à frente. Muitas boas idéias como a fotocopiadora levaram mais de 20 anos para se tornar um acessório fundamental nos escritórios. Esteja ciente do tempo que será necessário para sua idéia se tornar viável. Se ao invés de uma melancia, eu quiser jacas, talvez tenha que esperar mais de 10 anos entre a muda e a fruta!


* Professor de Empreendedorismo na graduação e MBA do Insper Ibmec São Paulo, Doutor em Administração de Empresas pela EAESP/FGV, Consultor e palestrante.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Esculturas de Arame de Gavin Worth

Vejam como são interessantes os trabalhos do artista americano Gavin Worth. Todas as esculturas são feitas usando o arame como traço. Realmente, não há limite para a criatividade, principalmente quando o olhar está treinado e o repertório enriquecido.















quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Papel ou Haute Couture ou Arte?

Veja abaixo o que o diretor de arte Matthew Brodie criou. Agora responda: trata-se de peças daHaute Couture ou obras de arte?

Matthew Brodie tomou a temática “escritório” e criou 5 belos vestidos. Todos eles confeccionados com papel. Veja e delicie-se com um show de criatividade.













Espera sem tormento, seja onde for!

A Sleepbox é uma ideia que busca minimizar os efeitos colaterais da espera. Pode ser colocada em qualquer lugar: shopping, estações de trem/Metrô, Aeroportos, etc.
Dentro da Sleepbox, pode-se guardar as bagagens. Ela está dotada de alarme, tomadas de energia e USB, água gelada, cama com troca automática de lençol (muito importante), Internet, TV e Rádio.
O cliente pode escolher utilizar a Sleepbox desde 15 minutos a horas.
Ideia inteligente e que tem tudo para dar certo, principalmente no Brasil (motivos óbvios).

Se desejar assistir um curto filme sobre a Sleepbox, clique aqui.







Design do Produto

Novo curso do Unicuritiba: Design do Produto. O vestibular 2012 está com as inscrições abertas.






terça-feira, 27 de setembro de 2011

Publicidade e Propaganda

Este post é para quem está pensando em cursar Publicidade e Propaganda. Estão abertas as inscrições para o vestibular do Unicuritiba.